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Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva

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Artigo publicado em três importantes periódicos da especialidade – Gastroenterology, American Journal of Gastroenterology e GIE: Gastrointestinal Endoscopy –, apresenta as mais recentes recomendações acerca dos exames para detecção do câncer colorretal. A partir dos 50 anos, o “padrão ouro” para detecção da doença segue com o teste de sangue oculto nas fezes e a colonoscopia. Aos negros, o documento sugere que o rastreamento inicie cinco anos antes, aos 45, devido a maior taxa de incidência nessa população.

Ainda de acordo com o material, o rastreamento continua sendo a principal forma de combate à doença, uma vez que é capaz de detectar lesões pré-oncológicas e tumores em fase inicial. Não à toa, este tipo de câncer é considerado um dos mais curáveis, pois a própria colonoscopia pode eliminar o pólipo e impedir a evolução da doença.

Os testes são classificados em três níveis, baseando-se no risco médio do paciente. Além disso, também foram consideradas questões práticas, como disponibilidade, custo-eficácia, padrões de uso atuais, obstáculos à implementação e frequência com que o exame será aplicado no indivíduo.

O estudo científico atualiza as orientações de triagem do câncer de cólon e reto da US Task Force Multi-Society of Colorectal Cancer (MSTF), entidade que representa o American College of Gastroenterology, American Gastroenterological Association e a American Society for Gastrointestinal Endoscopy.

Leia o artigo na íntegra aqui.

Recentemente, o Dr. Lix de Oliveira, presidente da comissão de prevenção de câncer colorretal da SOBED, comentou o documento no jornal Correio Braziliense, confira aqui.